O Juiz de Garantias no Ordenamento Jurídico Angolano: Jurisdição Criminal

Autores

Palavras-chave:

Angola, Código de Processo, Direitos Fundamentais, Penal Juiz de Garantias

Resumo

O respeito pelos direitos, liberdades e garantia dos cidadãos, quando consagrados na sua carta magna, constituem um marco imensurável, para qualquer Estado que se quer democrático e de direito, aproximando a democracia e a legalidade de um lado, a justiça, a cidadania e a dignidade da pessoa humana, do outro, constituem um somatório de princípios fundamentais, com a respectiva dignidade constitucional. Com a aprovação na nova lei que aprova o  Código Processo Penal a lei 39/20 de 11 de Novembro, e com a tomada de posse e inicio de funções de  183 juízes de garantia a 5 de Maio de 2024, ao abrigo desta mesma lei,  cessa todas as competências que eram atribuídas ao Ministério Publico, passando a ser apenas e exclusivamente dos juízes de garantias, tanto na fase de instrução preparatória, isto é, no primeiro interrogatório judicial, aplicar as medidas de coacção pessoal e patrimonial, e a direcção da  instrução contraditória, com objectivo de obter uma decisão final que confirme ou infirme o mérito da acusação ou de despacho de arquivamento.

Biografias Autor

Baltazar de Oliveira Domingos, Instituto Superior Politécnico de Ciências e Tecnologia

Licenciado em Direito. Professor  Universitário do INSUTEC. Angola. e-mail geral.mundigest@gmail.com   ORCID: https://orcid.org/0009-0004-9533-9804

Juan Rubén Herrera Masó Herrera Masó, Instituto Superior Politécnico de Ciências e Tecnologia

Doutor em Ciêcias Jurídicas. Professor Catedrático pelo Instituto Superior Politécnico de Ciências e Tecnologia. Vice-Presidente Adjunto para Assuntos Científicos do INSUTEC. Coordenador do curso de Ciências Criminais do INSUTEC. 

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Publicado

28.12.2025

Como Citar

Domingos, B. de O., & Herrera Masó, J. R. H. M. (2025). O Juiz de Garantias no Ordenamento Jurídico Angolano: Jurisdição Criminal. FARMHOUSE Ciência & Tecnologia, 4(07), 13. Obtido de https://revista.insutec.ao/index.php/fct/article/view/169